“Família acolhedora”: Programa permitirá que famílias sejam lar provisório de menores

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Na quarta-feira, 23 de março, aconteceu nas dependências do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) a 1ª reunião de sensibilização e mobilização da comunidade para atuarem na divulgação dos Serviços de “Família Acolhedora”.

Famílias Acolhedoras são famílias voluntárias da comunidade que serão selecionadas, capacitadas, cadastradas e acompanhadas pela equipe técnica do Serviço de Acolhimento para oferecer, temporariamente, e garantir cuidados individualizados em ambiente familiar e afetuoso para crianças e adolescentes que estão provisoriamente afastados do convívio familiar.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Habitação, sob a coordenação de Elizabete Farias de Souza, vem estudando a possibilidade da criação dos Serviços de Acolhimento Familiar, diante das necessidades de muitas vezes acolher crianças e adolescentes fora do município. A Equipe do CREAS, sob a coordenação da Assistente Social Larissa Beck Gardin, está à frente deste trabalho com o suporte da Gestão da Secretaria de Desenvolvimento Social e Habitação.

A reunião teve a participação do Vice Prefeito Henri Markus, do Poder Judiciário, Ministério Público, Procuradoria do Município, Secretarias de Saúde, Educação, Desenvolvimento Social, do Poder Legislativo, OAB, Conselho Tutelar, IFFAR, Representantes Eclesiásticos e da comunidade em geral.

O Estatuto da Criança do Adolescente (ECA) prevê dois tipos de acolhimento para as crianças e adolescentes abandonados ou vítimas de maus-tratos, que são o serviço de acolhimento institucional, que é quando esse menor vai para uma instituição de acolhimento, ou o acolhimento familiar, que consiste em acolher esse menor no seio de uma família, que é capacitada e recebe recursos financeiros para receber essas crianças e adolescentes por um período de tempo, até que sejam adotadas ou retornem para seus lares de origem.

Fonte: Prefeitura Municipal de Panambi