Fiocruz: ocupação de leitos Covid-19 segue em queda no Brasil

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Em edição extra, o Boletim Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) reforça a tendência de queda ou estabilização na taxa de ocupação de leitos da doença em adultos.

Nenhum estado apresenta taxa superior a 80% de ocupação, considerada zona crítica, embora o Espírito Santo (65%) e o Distrito Federal (66%) tenham observado crescimento e estão na zona de alerta intermediários. O Amazonas registrou crescimento de 29% para 50%. Conforme a instituição, este aumento se deve a redução no número de leitos disponíveis.

Já o Rio Grande do Sul está entre os 25 estados fora da zona de alerta, com taxa de 52%.

Em relação às capitais, cinco estão na zona de alerta intermediárias, incluindo Porto Alegre, que está com 60%. As demais são Belo Horizonte (60%), Vitória (65%), Rio de Janeiro (75%), e Brasília (66%).

Apesar da queda, a Fiocruz reforça a necessidade de manter cautela. “A vacinação precisa continuar sendo acelerada e ampliada entre adultos que não se vacinaram ou não completaram o esquema vacinal, idosos que requerem a terceira dose e adolescentes. As novas evidências científicas indicando a segurança e elevada eficácia da vacinação em crianças também devem colocar na mira a expansão da vacinação nesse grupo populacional”, consta no boletim.

Além disso, a fundação defende passaporte vacinal, o que considera uma política de proteção coletiva e estímulo à vacinação. “No mais, o uso adequado de máscara e o distanciamento físico, estratégias de efetividade demonstradas cientificamente, devem continuar sendo cultivadas, frente à perspectiva de se conviver com a Covid-19 como uma doença endêmica por um longo período.”

Confira o boletim na íntegra: