Para Fiergs, comércio pode funcionar com restrições mesmo na bandeira preta

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Rio de Janeiro tem o primeiro dia de comércio fechado por determinação da prefeitura

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) emitiu uma nota defendendo que o comércio gaúcho poderia funcionar enquanto permanecer a bandeira preta.

Para a entidade, os estabelecimentos poderiam atuar “com pelo menos 25% da sua capacidade, sem fechar totalmente as portas, honrando compromissos e preservando seus trabalhadores” por meio dos protocolos já praticados.

“A Fiergs compreende a gravidade do momento que o Estado atravessa, e salienta que não se trata da questão saúde versus economia, mas de ambas terem o mesmo olhar que passa pelo comprometimento de todos para chegar a um denominador comum, ou seja, a sobrevivência das pessoas e empregos”, afirma a entidade.

E com a manutenção da bandeira preta, a Fiergs reforça às industrias o respeito dos critérios específicos de funcionamento. O percentual máximo de operação permitido com trabalhadores presentes é de 75%, no mesmo turno, ao mesmo tempo, respeitando o teto de ocupação do espaço físico.

Ao adiantar na quarta-feira (3) que a bandeira preta permaneceria na próxima semana, o governador Eduardo Leite não descartou a possibilidade de flexibilizar em algumas áreas.

“Vamos discutir com cada setor quais os eventuais ajustes que sejam demandados, tanto para interesse legítimo de algum setor econômico, quanto para maior rigor, se for o caso, para assegurarmos que se tenha redução dessa taxa de contágio”, afirmou.