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Agricultura

Bezerra que urina pelo umbigo nasce em propriedade da região noroeste do RS

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Na última terça-feira, 26 de setembro de 2023, pela manhã, um fato inusitado ocorreu na propriedade de Paulinho Feltraco da Silva e da esposa Sônia, localizada na vila de Campo Alegre, interior de Porto Mauá, onde nasceu uma bezerra que urina pelo umbigo.

A bezerra é da raça Jersey, da mesma raça dos pais.

Segundo o Veterinário que presta assistência veterinária à propriedade, ao receber o vídeo que mostra sobre o fato, o mesmo relatou: “que coisa estranha, nunca tinha visto isso, quando eles estão dentro do útero da vaca, tem o uraco (canal da uretra que é ligado com o umbigo), onde liga o umbigo da bezerra com a placenta da vaca, assim que nasce ele já se fecha e a urina sai via vagina.

É um uraco persistente, se não fechar em 24 horas daria para tentar fechar com cirurgia, mas não é garantido”.

Fonte: Vilson Winkler/Blau Nunes

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Agricultura

Conheça as galinhas gigantes de R$ 5 mil que produzem ovos de R$ 400 a dúzia em SC

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Galinhas gigantes, que ultrapassam um metro de altura e chegam a pesar até 5 quilos, são produtoras dos ovos comercializados a R$ 400,00 a dúzia em Santa Catarina. As aves são criadas em uma propriedade de Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis.

Rodrigo Dias é o responsável pela criação da raça índio gigante. Além das galinhas, ele tem galos gigantes na propriedade. Os machos chegam a pesar três quilos a mais que as fêmeas e os animais também são vendidos. O valor individual, segundo Dias, é superior a R$ 5 mil.

A espécie foi criada geneticamente de forma ornamental, ou seja, sem intenção de abate, segundo o pesquisador da Embrapa Aves e Suínos Elsio Figueiredo. Adultos, os animais da raça superam um metro de altura e os machos podem chegar a 1,31m e 8 kg.

De acordo com o criador, a medição das aves é feita da ponta da unha do dedo maior à ponta do bico. O maior que passou pela propriedade, segundo ele, chegou a 1,18 metro e foi vendido em 2023. O preço recebido pelo animal, no entanto, não foi informado por Dias.

Fonte: G1

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Agricultura

3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar flagra desmatamentos em Novo Barreiro

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Após receber alerta da plataforma MapBiomas, a equipe, do 3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar (BABM), flagrou, nesta quarta-feira (21/02), áreas de destruição de vegetação nativa, no interior do município de Novo Barreiro.

No primeiro local, os policiais militares, utilizando o GPS (Global Positioning System), identificaram a *intervenção em 7.700 metros quadrados, em uma Floresta Ombrófila Mista (Mata de Araucária), pertencente ao Bioma da Mata Atlântica*. Em análise à vegetação remanescente, identificou-se a destruição de espécies como Canela, Angico, Camboatã e Timbó.

Em outra propriedade, os *policiais militares flagraram a supressão de vegetação nativa, em uma área de 4.100 metros quadrados, também em Floresta Ombrófila Mista (Mata de Araucária), inserida no Bioma da Mata Atlântica*. Foram destruídas árvores como Canela, Angico, Camboatã, Timbó, Aroeira e Açoita-cavalo.

Através do Cadastro Ambiental Rural (CAR) houve a identificação dos proprietários. Como não havia licença ou autorização do órgão ambiental competente para as intervenções nas áreas, fora lavrado os, respectivos, Boletins de Ocorrências Policiais e os responsáveis responderão pelos crimes ambientais.

Comando Ambiental: o Braço Verde da Brigada Militar, por Observador Regional

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Agricultura

Valor da saca de soja não deve retornar ao do ano passado nesta safra

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O clima, após um breve período de tempo seco, voltou a trazer boas chuvas para as lavouras da região, animando produtores de soja.  A cultivar, que em 2023 teve ótimo valor por saca de 60kg, superando os 150 Reais a saca, amarga queda no preço pago na cotação atual. O último boletim informa que a cotação está em 109 Reais a saca, em Passo Fundo.

Diante de um cenário promissor na produção da soja, o assunto preço foi abordado dentro do programa Cotações e Mercado, no último domingo, na Uirapuru.  A equipe de profissionais avaliou que dificilmente os preços devem subir rapidamente e alcançarem o mesmo do ano passado.

O engenheiro agrônomo Claudio Doro, por exemplo, explicou que, nos últimos dez anos o Brasil aumentou a área de plantio da soja 16%, enquanto o mundo 26%.  Isso trouxe grande oferta, maior do que a necessidade do produto.  Desta forma, com o consumo estático, o preço não sobe. O que resta ao produtor rural da região é conseguir produtividade, aumentar o volume de grãos para ganhar no acumulado, pois preço alto não deverá ocorrer.  A única forma de isso ocorrer demandaria uma situação inesperada em grandes produtores mundiais, como o mercado americano.

Fonte:Rádio Uirapuru

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