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Brigada Militar salva bebê de três meses engasgado com leite materno no RS

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Na madrugada desta sexta-feira (05/5), policiais militares do 19° Batalhão de Polícia Militar salvaram a vida do Caic, de apenas três meses, após sua mãe Pâmela ter lhes procurado, durante o patrulhamento de rotina, com o pequeno engasgado com leite materno e desacordado.

Os soldados Santos e Humberto prontamente realizaram a Manobra de Heimlich, e o bebê voltou a respirar.

Após, mãe e filho foram encaminhados para o devido atendimento médico e o pequeno passa bem.

Foto: Brigada Militar

Fonte: RD Foco

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Pai esfaqueia filho durante briga em Passo Fundo

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Na noite desta quarta-feira (17), uma briga entre pai e filho terminou com um esfaqueado na Avenida Cruzeiro do Sul, no bairro Integração em Passo Fundo. Segundo informações obtidas pela reportagem policial da Rádio Uirapuru, durante patrulhamento tático motorizado, uma equipe da Força Tática foi despachada pela Sala de Operações 190 para deslocar-se até a Avenida Cruzeiro do Sul, em resposta a uma ocorrência de briga entre pai e filho, na qual uma das partes já estava ferida por arma branca (faca).

No local, os policiais fizeram contato com o pai, que estava na via pública em frente à residência, e ele informou que ele e seu filho teriam entrado em luta corporal, e que para se defender, utilizou uma faca de serra, acertando o filho, sem precisar a região específica do corpo. A ambulância do Corpo de Bombeiros Militar socorreu a vítima ferida ao Hospital São Vicente de Paulo (HSVP). O pai apresentava sinais de embriaguez e uma lesão na região do rosto, especificamente na sobrancelha esquerda, mas recusou atendimento médico no momento.

Diante dos fatos, o pai foi encaminhado para o registro de ocorrência na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA). No hospital, foi informado que a lesão da vítima estava na região do peito, próximo ao lado direito, e aparentava ser superficial. A vítima recebeu atendimento na emergência para sutura e precisou ser sedada devido ao seu estado alterado. O pai não manifestou desejo de representar criminalmente contra seu filho.

Fonte: Rádio Uirapuru

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Operação da Polícia Civil em Júlio de Castilhos tem 7 presos

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No início da manhã desta sexta-feira (19/04/2024), a Polícia Civil cumpriu 26 (vinte e seis) ordens judiciais, sendo 7 (sete) mandados de prisão preventiva e 19 (dezenove) mandados de busca e apreensão.

Em Júlio de Castilhos foram cumpridos 6 (seis) mandados de prisão preventiva e 18 (dezoito) mandados de busca e apreensão; sendo que um dos mandados de prisão preventiva foi cumprido no Presídio Estadual de Júlio de Castilhos.

Na Penitenciária Estadual de Santa Maria foi cumprido um mandado de prisão preventiva. Já no Presídio Estadual de Cruz Alta foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão.

O objetivo da operação foi desarticular organização voltada para o tráfico de drogas existente nesta cidade, a qual é comandada por um apenado no Presídio Estadual de Cruz Alta.

Durante a investigação que culminou na operação de hoje, houve a prisão em flagrante de 5 (cinco) indivíduos.

🔹 No dia 01 de março, dois homens, de 44 e 35 anos, foram presos em flagrante, no bairro centro, com drogas, balanças de precisão, anotações referentes ao tráfico de drogas, dinheiro em espécie e aparelhos celulares. 🔹No dia 07 de março, uma mulher, de 52 anos, foi presa em flagrante, no bairro Tancredo Neves, com uma pistola, calibre 9mm, um revólver, calibre .38, 34 (trinta e quatro) cartuchos de munição de calibre .38, 19 (dezenove) cartuchos de munição calibre 9mm, 14 (quatorze) cartuchos de munição de calibre .22, 15 (quinze) cartuchos de munição de calibre .12, e um aparelho celular; a presa é suspeita de colaborar com o tráfico de drogas, ora guardando drogas ora guardando armas de fogo para a facção que controla o comércio de drogas nesta cidade. 🔹Já no dia 02 de abril, duas mulheres, de 53 e 29 anos, foram presas em flagrante, no bairro Centro baixo, com 9 (nove) porções de cocaína com peso total aproximado de 521g (quinhentos e vinte um gramas), uma arma de fogo, calibre .38, municiada com dois cartuchos de munição, um caderno com anotações referentes ao tráfico de drogas, 80 (oitenta) buchas de crack, 4 (quatro) porções de maconha pesando aproximadamente 102 (cento e dois gramas), 2 (duas) balanças de precisão, e R$ 305,00 (trezentos e cinco reais) em espécie.

Em continuidade à investigação para apurar outros vínculos dos presos e com o fim de colher materialidade do crime de tráfico de drogas, foi possível chegar aos alvos da operação de hoje.

Durante o cumprimento dos mandados, nos bairros Centro, Centro baixo, Tancredo Neves, Independência, Santo Antônio e Castelo Branco, foram apreendidos: 130 (cento e trinta) buchas de cocaína; mais de cinco mil reais em dinheiro; 14 (quatorze) aparelhos celulares; cadernos com anotações referentes ao tráfico; petrechos para embalar drogas; balanças; um veículo; uma motocicleta; duas máquinas de cartão; entre outros objetos.

Também houve duas prisões em flagrante por tráfico de drogas, no bairro Centro baixo.

No Presídio Estadual de Cruz Alta foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e um de busca e apreensão, onde foram apreendidos carregadores e um aparelho celular. Este preso, chefe da organização nesta cidade e em outras da região, que possui 33 anos e é natural de São Leopoldo, possui antecedentes policiais por latrocínio, roubo majorado (duas vezes), porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, homicídio qualificado, estupro, tráfico de drogas (duas vezes), associação para o tráfico (duas vezes), receptação e organização criminosa.

Após os procedimentos de praxe na Delegacia de Polícia, os homens foram encaminhados ao Presídio Estadual de Júlio de Castilhos, onde ficarão à disposição da Justiça.

Dois indivíduos não foram localizados e encontram-se na condição de foragidos; portanto, o saldo final de prisões da operação é de 7 (sete) presos: 2 (dois) em flagrante e 5 (cinco) preventivamente.

A ação foi coordenada pelo Delegado Adriano Winkelmann De Rossi, titular da DP/Júlio de Castilhos e contou com o apoio de 88 policiais e 25 viaturas da: Delegacia de Polícia Regional de Santa Maria (3ª/DPR), Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Santa Maria, Delegacia de Polícia de Repressão às Organizações Criminosas Organizadas (DRACO) de Santa Maria, 1ª, 2ª, 3ª e 4ª Delegacias de Polícia de Santa Maria, Delegacia de Polícia de Proteção da Criança e do Adolescente (DPCA) de Santa Maria, Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DPHPP) de Santa Maria, Delegacia de Polícia de Proteção ao Idoso e Combate à Intolerância (DPICOI) de Santa Maria, das Delegacias de Polícia de Tupanciretã, Itaara, São Pedro do Sul, Faxinal do Soturno, Dona Francisca, Agudo, São Sepé, Ivorá, Silveira Martins, Pinhal Grande; 1ª Delegacia de Polícia, Delegacia de Polícia de Repressão às Organizações Criminosas Organizadas (DRACO) e Delegacia de Repressão aos Crimes Rurais e de Abigeato (DECRAB) de Cruz Alta; e, da Polícia Penal.

Fonte:Rádio 14 de Julho FM dde julio de Castilhos

https://www.facebook.com/radio14dejulho

SB Comunicações

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Análise aponta perfil dos óbitos por dengue no RS em 2024

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A Secretaria Estadual da Saúde (SES) publicou nesta quinta-feira (18/04) uma nota informativa trazendo o perfil dos óbitos por dengue no Rio Grande do Sul. Os dados, compilados pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), apontam recomendações à população e aos profissionais de saúde sobre uma maior atenção aos sintomas e ao tratamento previsto nos protocolos.

Foram utilizadas na análise as notificações dos primeiros 73 óbitos pela doença no ano, número esse que já foi atualizado na quarta-feira (17/04) para 78. “A avaliação desses 73 óbitos, que já é inédito, o maior número de óbitos no mesmo ano que nós tivemos, já ultrapassando 2022, que foram 66, mostrou a questão da importância da idade: os nossos óbitos acontecem mais na população acima de 60 anos, como um fator biológico importante”, apontou o diretor adjunto do Cevs, Marcelo Vallandro. Entre as mortes descritas na avaliação, 73% delas ocorreram entre pessoas com 60 anos ou mais.

Quanto aos sintomas mais frequentes entre os óbitos estão a febre (62%), dor muscular (58%), dor de cabeça (43%) e náuseas (43%). As doenças preexistentes mais relatadas foram hipertensão (56%), diabetes (18%), cardiopatia (18%) e doença pulmonar obstrutiva crônica (16%). Não houve relato de comorbidade em 16% dos casos de morte. “A busca tardia por atendimento e o manejo não totalmente adequado em relação aos protocolos feitos nas unidades de saúde também são fatores relevantes para esses desfechos”, relata o Vallandro.

Sinais de alarme

A nota informativa também descreve quais são os principais sinais de alerta da doença, ou seja, aqueles quadros que indicam que a doença está ficando mais grave, estando a pessoa já internada ou não.

Entre os óbitos, os mais comuns foram a plaquetopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue) e a hipotensão postural e ou lipotimia (sensação de tontura, decaimento, desmaio), presentes em 53% e 47%. Também foram apontados no relato dor abdominal intensa (34%) e letargia ou irritabilidade (32%).

Para os casos que evoluíram para dengue grave, os sinais e sintomas mais frequentes foram pulso débil ou indetectável (49%), extremidades frias (48%), taquicardia (42%) e hipotensão arterial (42%). A dengue grave é caracterizada pelos quadros que apresentam choque ou desconforto respiratório em função do extravasamento grave de plasma, sangramento grave, ou comprometimento grave de órgãos como dano hepático importante, do sistema nervoso central (alteração da consciência), do coração (miocardite) e de outros órgãos.

Atendimento

A análise demonstra que os pacientes procuram em média, ao menos, duas vezes por atendimento até a internação ou suspeição de dengue. Esses pacientes demoram em média 2,6 dias após o início dos sintomas para procurar o primeiro atendimento e, após, cerca de 4,4 dias até ocorrer a hospitalização. Os óbitos acontecem em média 8,3 dias após o início dos primeiros sintomas.

Entre as pessoas que vieram a óbito, 50 (dos 73 óbitos) buscaram o primeiro atendimento em hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Fatores

Os seguintes fatores foram identificados como causas que podem levar ao óbito por dengue: o não reconhecimento dos sinais de alarme pela população e pelos profissionais de saúde, procura tardia do paciente pelo serviço de saúde, manejo clínico inadequado, procura por várias vezes aos serviços de saúde, dificuldade de acesso, hidratação inadequada ou insuficiente, ausência da classificação de risco para dengue (conforme fluxograma estabelecido pelo Ministério da Saúde), não realização de hemograma ou em número abaixo do indicado na classificação de risco, resultados de hemogramas em tempo inoportuno para auxiliar no manejo e reclassificação do paciente ou o paciente ser liberado antes da liberação do resultado. “Todos esses fatores não são exclusivos do Rio Grande do Sul, sendo também elencados como fatores possíveis de óbito em todos os estados brasileiros conforme publicado recentemente pelo Ministério da Saúde”, destaca Marcelo Vallandro, citando a Nota Técnica Nº 20.2024/SVSA/MS.

Observa-se, ainda, que a análise dos sinais e sintomas manifestados pelos usuários que tiveram o óbito como desfecho são, em sua maioria, sintomas que em outros agravos não teriam a importância de serem indicativo de risco ou gravidade. “Portanto, os usuários com suspeita de dengue exigem dos profissionais uma sensibilidade maior a fim de que sejam devidamente avaliados, mesmo com sinais e sintomas que, se não fosse a suspeita de dengue, não necessariamente seriam indicativos de intervenção precoce”, destaca o texto da nota do Cevs.

O documento acrescenta ainda que, embora a dengue esteja presente no RS desde 2007, ela é pouco conhecida por muitos profissionais de saúde em relação ao manejo clínico de casos graves. “Ainda que o Estado sempre tenha tido casos, esses sempre foram números pouco significativos e eram raros os casos graves. A dengue tem um curso muito agudo e o agravamento, quando ocorre, acontece muito rapidamente. O conhecimento dos profissionais quanto ao diagnóstico e ao manejo clínico oportuno impactam na evolução dos casos”, frisa a análise da SES.

Diante desses dados, orienta-se que os gestores municipais organizem seus fluxos dentro dos serviços de saúde, capacitem todos seus profissionais da área assistencial, disponibilizem exames indiretos (como hemograma) em tempo oportuno e quantidade adequada nos serviços de saúde, e que comuniquem a sua população, de forma clara e repetidamente, sobre o risco, sintomas, sinais de alarme, hidratação vigorosa e demais orientações sobre a dengue.

Ações de apoio

Em março deste ano o Governo do Estado, por meio da SES, anunciou iniciativas para reforçar o atendimento a pacientes suspeitos de dengue que procuram serviços da Atenção Primária. Um painel online passou a estar disponível como suporte aos profissionais de saúde. Além disso, profissionais de enfermagem passam a ficar autorizados a requisitarem exames, principalmente hemogramas, nos casos suspeitos da doença.

A plataforma para manejo clínico de casos permite a identificação do estado de saúde e tratamento de cada paciente através de características, sinais e sintomas. Pela internet (em dengue.saude.rs.gov.br/manejoclinico), é possível verificar se o caso se enquadra na classificação de risco. A aplicação indica então o tratamento adequado para evitar o agravamento do estado de saúde, evitando o risco de óbito.

Em outra iniciativa, foi assinada uma nota técnica que autoriza profissionais de enfermagem a requisitarem exames, principalmente hemogramas, nos casos suspeitos da doença.

Aos municípios, foi realizado o repasse extraordinário de R$ 13,8 milhões para implementar e reforçar as ações de vigilância e assistência no combate à dengue e outras arboviroses (chikungunya e zika). O aporte, pago em março, visava permitir aos municípios ações no reforço no atendimento aos pacientes como a aquisição de sais de reidratação oral, a realização de coleta de hemograma nas Unidades Básicas de Saúde, atendimento em horários estendidos ou alternativos e pagamento de profissionais, entre outras medidas.

Perfil dos óbitos por dengue no Rio Grande do Sul e recomendações de vigilância,

Áudio com fala do diretor adjunto do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), Marcelo Vallandro, sobre a nota informativa trazendo o perfil dos óbitos por dengue no Rio Grande do Sul. Os dados apontam recomendações à população e aos profissionais de saúde sobre uma maior atenção aos sintomas e ao tratamento previsto nos protocolos.

Crédito: Divulgação/SES

Fonte: Secretaria Estadual de Saúde

MB Notícias

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