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Agricultura

Crise no Leite: Nova mobilização de agricultores familiares acontecerá em Frederico Westphalen

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Mais uma mobilização de agricultores familiares e produtores de leite acontecerá nesta quarta-feira, 27, na região Norte do Estado, desta vez no município de Frederico Westphalen, para seguir a luta por medidas que possam frear os prejuízos à cadeia produtiva do leite no Rio Grande do Sul.

Convocada pela Associação dos Sindicatos de Trabalhadores Rurais da Região do Médio Alto Uruguai, que pertence à macrorregional Missões/Fronteira Noroeste, vinculada à Fetag-RS, a mobilização acontecerá a partir das 9h desta quarta-feira, com concentração no Parque de Exposições de Frederico Westphalen, às margens da BR-386

De acordo com Deonir Sarmento, coordenador da regional, a crise no setor produtivo do leite se agrava a cada dia no Rio Grande do Sul, e as medidas tomadas pelos governos estadual e federal ainda são muito insuficientes. Um dos principais pontos criticados pelos produtores é a importação desenfreada de produtos lácteos oriundos de países do Mercosul, especialmente Argentina e Uruguai.

“Os produtores de leite estão vendo os preços pagos pelo litro desabarem a cada dia. A cadeia leiteira está próxima de chegar ao fundo do tarro, pois os agricultores não estão conseguindo cumprir com seus compromissos comerciais com estabelecimentos e agentes financeiros”, destaca Deonir.

Após a concentração inicial, no Parque de Exposições, o protesto seguirá com passeata, em trecho da BR-386, panfletagem e bloqueio parcial da rodovia.

O objetivo será mais uma vez pressionar os governos no sentido de revisar as regras do Mercosul, implantação de políticas de subsídios governamentais para os produtores, a exemplo do que acontece na Argentina, e tornar a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) uma reguladora do mercado interno, centralizando as importações.

Além dos agricultores e pecuaristas familiares, lideranças e representações de diversos segmentos da sociedade estão sendo convidadas a participar da mobilização em Frederico.

Foto: Hoana Talita Gehlen/Fetag-RS

Fonte: Rádio Alto Uruguai

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Agricultura

Conheça as galinhas gigantes de R$ 5 mil que produzem ovos de R$ 400 a dúzia em SC

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Galinhas gigantes, que ultrapassam um metro de altura e chegam a pesar até 5 quilos, são produtoras dos ovos comercializados a R$ 400,00 a dúzia em Santa Catarina. As aves são criadas em uma propriedade de Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis.

Rodrigo Dias é o responsável pela criação da raça índio gigante. Além das galinhas, ele tem galos gigantes na propriedade. Os machos chegam a pesar três quilos a mais que as fêmeas e os animais também são vendidos. O valor individual, segundo Dias, é superior a R$ 5 mil.

A espécie foi criada geneticamente de forma ornamental, ou seja, sem intenção de abate, segundo o pesquisador da Embrapa Aves e Suínos Elsio Figueiredo. Adultos, os animais da raça superam um metro de altura e os machos podem chegar a 1,31m e 8 kg.

De acordo com o criador, a medição das aves é feita da ponta da unha do dedo maior à ponta do bico. O maior que passou pela propriedade, segundo ele, chegou a 1,18 metro e foi vendido em 2023. O preço recebido pelo animal, no entanto, não foi informado por Dias.

Fonte: G1

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Agricultura

3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar flagra desmatamentos em Novo Barreiro

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Após receber alerta da plataforma MapBiomas, a equipe, do 3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar (BABM), flagrou, nesta quarta-feira (21/02), áreas de destruição de vegetação nativa, no interior do município de Novo Barreiro.

No primeiro local, os policiais militares, utilizando o GPS (Global Positioning System), identificaram a *intervenção em 7.700 metros quadrados, em uma Floresta Ombrófila Mista (Mata de Araucária), pertencente ao Bioma da Mata Atlântica*. Em análise à vegetação remanescente, identificou-se a destruição de espécies como Canela, Angico, Camboatã e Timbó.

Em outra propriedade, os *policiais militares flagraram a supressão de vegetação nativa, em uma área de 4.100 metros quadrados, também em Floresta Ombrófila Mista (Mata de Araucária), inserida no Bioma da Mata Atlântica*. Foram destruídas árvores como Canela, Angico, Camboatã, Timbó, Aroeira e Açoita-cavalo.

Através do Cadastro Ambiental Rural (CAR) houve a identificação dos proprietários. Como não havia licença ou autorização do órgão ambiental competente para as intervenções nas áreas, fora lavrado os, respectivos, Boletins de Ocorrências Policiais e os responsáveis responderão pelos crimes ambientais.

Comando Ambiental: o Braço Verde da Brigada Militar, por Observador Regional

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Valor da saca de soja não deve retornar ao do ano passado nesta safra

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O clima, após um breve período de tempo seco, voltou a trazer boas chuvas para as lavouras da região, animando produtores de soja.  A cultivar, que em 2023 teve ótimo valor por saca de 60kg, superando os 150 Reais a saca, amarga queda no preço pago na cotação atual. O último boletim informa que a cotação está em 109 Reais a saca, em Passo Fundo.

Diante de um cenário promissor na produção da soja, o assunto preço foi abordado dentro do programa Cotações e Mercado, no último domingo, na Uirapuru.  A equipe de profissionais avaliou que dificilmente os preços devem subir rapidamente e alcançarem o mesmo do ano passado.

O engenheiro agrônomo Claudio Doro, por exemplo, explicou que, nos últimos dez anos o Brasil aumentou a área de plantio da soja 16%, enquanto o mundo 26%.  Isso trouxe grande oferta, maior do que a necessidade do produto.  Desta forma, com o consumo estático, o preço não sobe. O que resta ao produtor rural da região é conseguir produtividade, aumentar o volume de grãos para ganhar no acumulado, pois preço alto não deverá ocorrer.  A única forma de isso ocorrer demandaria uma situação inesperada em grandes produtores mundiais, como o mercado americano.

Fonte:Rádio Uirapuru

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