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Egito investe mais de R$ 245 bilhões para construir cidade e ser sede dos Jogos Olímpicos de 2036

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Projeto desenvolvido por uma empresa chinesa pode ajudar o país a se tornar o primeiro do continente africano a sediar o evento.

Os Jogos Olímpicos de Paris 2024 ainda não começaram, e o Egito já está pensando em ser sede do evento esportivo em 2036. Por mais que o país africano não tenha lançado a candidatura oficial, o governo está preparado para investir cerca de 40 bilhões de libras (aproximadamente R$ 245,4 bilhões na atual cotação) para a construção de uma cidade voltada para o esporte. As obras iniciaram em 2015 e são acompanhadas constantemente pelo presidente Abdel Fattah el-Sisi.

Segundo o jornal britânico “The Sun”, a possível futura cidade olímpica fica localizada na nova capital administrativa do Egito, que ainda não tem nome definido. A área de mais de 2 milhões de m² fica a aproximadamente 48 quilômetros da capital Cairo.

O país está investindo em tecnologia de ponta para poder receber os esperados 6,5 milhões de espectadores. Uma das arenas que deve receber as competições já está pronta, é coberta e tem capacidade para 7.500 pessoas. O espaço foi usado em 2021 para os jogos do Mundial de Handebol.

Uma empresa da China foi contratada para desenvolver o projeto. Além da arena coberta, é esperado que o espaço conte com um ginásio coberto para cerca de 15 mil pessoas, estádio de futebol, quadras de tênis, local para esportes aquáticos e complexos de equitação e tiro.

O Estádio Olímpico deve ter capacidade para 90 mil pessoas e as obras devem ser concluídas até o fim de setembro, período que marca o final do verão europeu.

Além dos espaços esportivos, o Egito quer investir em hotéis de luxo para os torcedores se hospedarem, bem como um hospital de medicina desportiva, teatro ao ar livre, centro comercial, escritórios e parques infantis.

O primeiro-ministro egípcio, Ashraf Sobhy, estaria confiante de que a nova cidade faria dos Jogos Olímpicos de 2036 um sucesso. Caso o local seja escolhido, o Egito seria o primeiro país africano a sediar o evento. Para as competições em 2004, a Cidade do Cabo perdeu para Atenas e, quatro anos mais tarde, em 2008, Cairo perdeu para Pequim.

Atualmente, o COI (Comitê Internacional Olímpico) conta com três candidaturas oficias de países que desejam sediar os Jogos de 2036. Nusantara, na Indonésia, Istambul, na Turquia, e uma multi-candidatura de cidades no México são os lugares que concorrem na escolha. Países como Canadá, Catar, China, Dinamarca, Hungria, Índia e Itália estariam interessados em disputar a sede olímpica. O COI já determinou que a escolha será anunciada depois de 2025.

As próximas Olimpíadas acontecem em Paris, na França, no ano que vem. Quatro anos mais tarde, em 2028, Los Angeles, nos Estados Unidos, recebe os atletas. Em 2032, será a vez de Brisbane, na Austrália, sediar o evento.

Fonte: R7

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PIRAPOENSE CONDENADO A 34 ANOS DE CADEIA

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Justiça condena a 34 anos de prisão homem acusado de estuprar e assassinar mulher em Caxias do Sul

Naiara Ketlin Pereira Maricá, de 18 anos, foi morta em 2023 após festa de ano-novo por homem que se ofereceu para acompanhá-la até em casa. Condenado está preso.

A Justiça do Rio Grande do Sul condenou a 34 anos de prisão Ricardo Silveira Sebastiany pelo estupro e assassinato de Naiara Ketlin Pereira Maricá, de 18 anos, em Caxias do Sul, na Serra. O caso ocorreu em 1º de janeiro de 2023.

A Defensoria Pública do Estado, responsável pela defesa de Sebastiany, disse que “vai se manifestar apenas nos autos do processo”. A pena deve ser cumprida em regime fechado. O condenado está na Penitenciária Estadual de Bento Gonçalves.

De acordo com o Ministério Público (MP), a investigação policial do caso começou na manhã do dia 1º, quando a mãe de Naiana encontrou ela morta dentro da casa que morava no bairro Esplanada. No corpo, havia ferimentos que sugeriam terem sido causados por faca e também sinais que remetiam a violência sexual.

A Polícia Civil descobriu que Naiara havia saído na noite anterior para festejar o ano-novo com amigos, mas passou mal e decidiu voltar para casa. Sebastiany estava junto com o grupo e se ofereceu para acompanhá-la. Os dois não se conheciam antes.

Imagens de câmeras de segurança ajudaram a polícia a identificar Sebastiany. Nos registros, ele é visto caminhando com Naiara. Essa teria sido a última vez que ela é vista com vida.

Fonte: G1 RS

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Brigada Militar prende dupla por tráfico de drogas em Veranópolis

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No fim da tarde da sexta-feira, 1º de março, a Brigada Militar, através da Força Tática, prendeu um homem de 19 e outro 50 anos pelo crime de tráfico de drogas, em Veranópolis.

A prisão aconteceu no bairro Santa Lúcia, onde após uma abordagem a dois veículos, foi localizada 01 porção de cocaína, pesando 55 gramas, 01 balança de precisão, R$ 1.260,00, 02 telefones celulares, restando também dois automóveis Gol apreendidos, os quais eram utilizados para transporte de drogas.

Diante dos fatos, os homens foram encaminhados à Delegacia de Polícia para lavratura do auto de prisão em flagrante, por tráfico de drogas e, posterior, conduzidos ao Presídio Estadual de Nova Prata, onde ficarão a disposição da justiça.

Fonte: Comunicação Social do 3º BPAT

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Casal acusado pelo MPRS é condenado por estupro de três filhas, em Viamão

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O Poder Judiciário de Viamão condenou um casal pelo estupro de três filhas. Os crimes ocorreram mediante ameaças desde quando as jovens tinham, pelo menos uma delas, seis anos de idade. Uma delas sofreu abusos ainda antes do ano de 2009.

O pai das vítimas recebeu uma pena de 52 anos de prisão e mãe de 40 anos de reclusão. O cumprimento inicial da pena é em regime fechado.

Acusados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) em 2017, os réus foram condenados no dia 22 de fevereiro deste ano na 1ª Vara Criminal do município da Região Metropolitana.

De acordo com a promotora de Justiça Bárbara Pinto e Silva, as condenações foram por quatro fatos criminosos envolvendo estupro de vulnerável e estupro qualificado.

Conforme a investigação, o fato só foi descoberto porque uma das jovens fez um desabafo com uma colega. Além dos abusos sexuais cometidos pelo pai delas, a mãe era conivente e ainda ameaçava, pelo menos uma das filhas, sobre o risco do pai ser preso.

A mulher também orientava as jovens a mentirem em depoimentos para as autoridades. Duas delas ainda tiveram de fugir de casa para não sofrerem mais com a violência sexual.

Fonte: Ministério Público do RS

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