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Família e amigos se despedem de morador de São José do Ausentes morto na Guerra da Ucrânia

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Urna com cinzas do gaúcho Douglas Búrigo chegou na manhã desta terça-feira (20) na cidade dos Campos de Cima da Serra.

Depois de mais de dois meses de incerteza e angústia, familiares e amigos puderam se despedir de Douglas Búrigo, 40 anos, morador de São José dos Ausentes que morreu na Guerra da Ucrânia. A urna com as cinzas do soldado chegou ao município na manhã desta terça-feira (20) depois de um longo processo. Dodô, como era chamado, perdeu a vida em um bombardeio na região de Kharkiv em 1° de julho.

A urna foi transladada de São Paulo até o Rio Grande do Sul por um amigo de infância de Búrigo, Jucemar Fagundes. Às 9h40mim, amigos e familiares se encontraram na BR-285, onde a urna foi entregue aos cavalarianos que participavam da cavalgada Farroupilha neste 20 de Setembro.

No início da manhã, segurando a urna com as cinzas do filho, e muito emocionada, a mãe de Búrigo, Cleuza Marisa Búrigo, 60 anos, se dizia também aliviada, assim como as outras duas filhas, Denise, 37, e Débora, 20. Além da dor da partida do primogênito, Cleuza enfrentou toda a burocracia para que pudesse se despedir do filho. A urna, segundo ela, estava desde o dia 27 de agosto no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, sem que a família soubesse. Tanto que ela e as mães de outros voluntários mortos na guerra escreveram uma carta ao presidente ucraniano.

— Estávamos sofrendo desde o dia 2 de julho, quando nos avisaram que ele morreu. Esse momento, com as cinzas aqui, é importante para encerrar um ciclo — diz.

Junto com a urna também chegou à família a medalha, queimada, que Búrigo usou na Ucrânia.

— Ele deixou um recado para a filha dele na medalha de identificação. Tem o nome dele e esse está escrito: “Eduarda te amo”. A gente não tem um corpo para ver, mas essa medalha era parte dele. Agora a gente descansou porque meu filho está em casa. Acredito que ele também vai descansar agora. — conta a mãe.

As cinzas foram conduzidas até a Igreja matriz de Ausentes pelos cavalarianos do CTG Rodeio da Saudade. A filha dele, Eduarda, 15, carrega a urna com as cinzas do pai. Ela foi na frente da cavalgada e carregou também o chapéu e a camisa de Búrigo. Uma viatura da Brigada Militar que acompanhou os cavalarianos ligou a sirene para homenagear o gaúcho durante o trajeto.

Na igreja ocorre uma cerimônia de despedida. Já na chegada, Eduarda entregou a urna ao avô, Pedro, 71. Entre os amigos mais emocionados estava o casal Patrick Pinto, 33, e Rafaela Pereira, 33, que considerava Dodô um irmão. No altar da igreja foi colocada uma bandeira do Brasil e, ao lado da urna, fotos de Búrigo e o chapéu que ele mais gostava.

A urna, após a cerimônia, ficará na capela construída pela família.

Fonte: RD Foco

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PIRAPOENSE CONDENADO A 34 ANOS DE CADEIA

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Justiça condena a 34 anos de prisão homem acusado de estuprar e assassinar mulher em Caxias do Sul

Naiara Ketlin Pereira Maricá, de 18 anos, foi morta em 2023 após festa de ano-novo por homem que se ofereceu para acompanhá-la até em casa. Condenado está preso.

A Justiça do Rio Grande do Sul condenou a 34 anos de prisão Ricardo Silveira Sebastiany pelo estupro e assassinato de Naiara Ketlin Pereira Maricá, de 18 anos, em Caxias do Sul, na Serra. O caso ocorreu em 1º de janeiro de 2023.

A Defensoria Pública do Estado, responsável pela defesa de Sebastiany, disse que “vai se manifestar apenas nos autos do processo”. A pena deve ser cumprida em regime fechado. O condenado está na Penitenciária Estadual de Bento Gonçalves.

De acordo com o Ministério Público (MP), a investigação policial do caso começou na manhã do dia 1º, quando a mãe de Naiana encontrou ela morta dentro da casa que morava no bairro Esplanada. No corpo, havia ferimentos que sugeriam terem sido causados por faca e também sinais que remetiam a violência sexual.

A Polícia Civil descobriu que Naiara havia saído na noite anterior para festejar o ano-novo com amigos, mas passou mal e decidiu voltar para casa. Sebastiany estava junto com o grupo e se ofereceu para acompanhá-la. Os dois não se conheciam antes.

Imagens de câmeras de segurança ajudaram a polícia a identificar Sebastiany. Nos registros, ele é visto caminhando com Naiara. Essa teria sido a última vez que ela é vista com vida.

Fonte: G1 RS

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Brigada Militar prende dupla por tráfico de drogas em Veranópolis

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No fim da tarde da sexta-feira, 1º de março, a Brigada Militar, através da Força Tática, prendeu um homem de 19 e outro 50 anos pelo crime de tráfico de drogas, em Veranópolis.

A prisão aconteceu no bairro Santa Lúcia, onde após uma abordagem a dois veículos, foi localizada 01 porção de cocaína, pesando 55 gramas, 01 balança de precisão, R$ 1.260,00, 02 telefones celulares, restando também dois automóveis Gol apreendidos, os quais eram utilizados para transporte de drogas.

Diante dos fatos, os homens foram encaminhados à Delegacia de Polícia para lavratura do auto de prisão em flagrante, por tráfico de drogas e, posterior, conduzidos ao Presídio Estadual de Nova Prata, onde ficarão a disposição da justiça.

Fonte: Comunicação Social do 3º BPAT

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Casal acusado pelo MPRS é condenado por estupro de três filhas, em Viamão

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O Poder Judiciário de Viamão condenou um casal pelo estupro de três filhas. Os crimes ocorreram mediante ameaças desde quando as jovens tinham, pelo menos uma delas, seis anos de idade. Uma delas sofreu abusos ainda antes do ano de 2009.

O pai das vítimas recebeu uma pena de 52 anos de prisão e mãe de 40 anos de reclusão. O cumprimento inicial da pena é em regime fechado.

Acusados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) em 2017, os réus foram condenados no dia 22 de fevereiro deste ano na 1ª Vara Criminal do município da Região Metropolitana.

De acordo com a promotora de Justiça Bárbara Pinto e Silva, as condenações foram por quatro fatos criminosos envolvendo estupro de vulnerável e estupro qualificado.

Conforme a investigação, o fato só foi descoberto porque uma das jovens fez um desabafo com uma colega. Além dos abusos sexuais cometidos pelo pai delas, a mãe era conivente e ainda ameaçava, pelo menos uma das filhas, sobre o risco do pai ser preso.

A mulher também orientava as jovens a mentirem em depoimentos para as autoridades. Duas delas ainda tiveram de fugir de casa para não sofrerem mais com a violência sexual.

Fonte: Ministério Público do RS

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