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Governo do RS prorroga pagamento do IPVA 2024 até o dia 28 de junho

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A prorrogação do prazo de pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2024 em cota única e parcelado foi publicada por meio de um decreto, no Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda-feira (27). O novo prazo de vencimento do tributo para pagamento à vista é o dia 28 de junho. A data inicial prevista era 30 de abril.

Os contribuintes que optaram pelo fracionamento, terão as parcelas de abril, maio e junho unificadas e podem ser pagas até o mesmo dia. Com a mudança, fica suprimida a possibilidade de quitação das três parcelas de forma separada.

O motivo das medidas é o estado de calamidade pública enfrentado pelo Estado. A finalidade é flexibilizar os prazos de pagamento a fim de que os proprietários de veículos possam manter as obrigações fiscais em dia.

Mesmo com a prorrogação, os contribuintes seguem usufruindo dos descontos de Bom Motorista e Bom Cidadão, cuja redução pode chegar a 20% do valor do tributo, caso obtenha a cota máxima de cada benefício. O Bom Motorista, por exemplo, reduz até 15% do imposto para aqueles que estiverem há três anos sem cometer infração de trânsito. Já o Bom Cidadão oferece desconto de 5% para quem possuir, no mínimo, 150 notas fiscais com CPF emitidas entre 1º de novembro de 2022 e 30 de outubro de 2023.

O sistema informatizado de pagamento do IPVA retornou ao ar nesta segunda. Ele ficou fora do ar por mais de 20 dias devido ao desligamento do data center da Procergs (Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul) por medidas de segurança em decorrência das enchentes.

Confira o novo calendário do IPVA 2024

Cota única – pagamento à vista – vencimento em 28/6/2024

Parcelamento – abril, maio e junho (unificadas) – vencimento em 28/6/2024

Como pagar

Pelo sistema da Receita Estadual, o contribuinte pode pagar por meio do aplicativo ou site do IPVA, preenchendo os campos indicados com código Renavam e a placa do carro nos bancos. O acesso ocorre por meio de login gov.br, o mesmo utilizado para acessar os serviços do governo federal.

Também é possível pagar o tributo pela rede credenciada. As opções são Banrisul, Bradesco (somente correntistas), Sicredi, Sicoob, Banco do Brasil (somente correntistas) e lotéricas da Caixa Econômica Federal. O pagamento por Pix também está disponível em mais de 760 instituições.

Foto: Rodrigo Rossi Fonte: Portal Leouve

Por: Rádio Blau Nunes

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Aumenta para 177 o número de mortos pelas enchentes no Rio Grande do Sul

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Aumentou para 177 o número de mortos pelas enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul no mês de maio. Conforme informação divulgada pela Defesa Civil gaúcha na tarde desta terça-feira (18), o corpo de uma pessoa não identificada foi encontrado no município de Taquari.

Segundo o balanço do órgão, diminuiu de 39 para 37 o número de pessoas que seguem desaparecidas. Os dois desaparecidos que saíram da lista são das cidades de Porto Alegre e Roca Sales. Ao todo, 478, das 497 cidades do Estado foram afetadas.

Confira o boletim completo

– Municípios afetados: 478

– Óbitos: 177

– Pessoas em abrigos: 10.485

– Desalojados: 388.781

– Afetados: 2.398.255

– Feridos: 806

– Desaparecidos: 3

Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini

Fonte: O Sul

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Lula diz que pode tentar a reeleição ‘para evitar que trogloditas voltem a governar’ o país

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (18) que pode tentar a reeleição nas eleições de 2026 “para evitar que trogloditas voltem a governar” o Brasil.

Em entrevista a Rádio CBN, o petista afirmou, contudo, que “há muita gente boa” para se candidatar no próximo pleito e que buscar a reeleição “não é a primeira hipótese”.

“Não quero discutir reeleição em 2026 porque tenho apenas um ano e sete meses de mandato. Tem muita gente boa pra ser candidato, eu não preciso ser candidato”, declarou.

“Presta atenção, se for necessário ser candidato para evitar que os trogloditas que governaram esse país voltem a governar, pode ficar certo que meu 80 anos virará em 40 e virarei candidato. Mas não é a primeira hipótese”, completou o petista.

Na entrevista, Lula evitou falar o nome do antecessor, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele afirmou que, se necessário, irá se candidatar nas próximas eleições, para impedir o retorno de um “fascista” ao poder.

“Não vou permitir que esse país volte a ser governado por um fascista, não vou permitir que esse país volte a ser governado por um negacionista como nós já tivemos”, disse.

As declarações de Lula representam uma inflexão no discurso do petista. Quando foi candidato em 2022, ele dizia que não tentaria a reeleição caso derrotasse Bolsonaro.

Foto: Marcelo Camargo / Agencia Brasil
Fonte: g1

Por Rádio Blau Nunes

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Partidos vão receber R$ 4,9 bi para campanha nas eleições municipais; PL e PT são as legendas com maior volume de recursos

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Os partidos que vão disputar as eleições municipais de outubro vão receber R$ 4,9 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para realização da campanha eleitoral. O valor foi divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável pela organização do pleito.

O partido que vai receber a maior fatia do total do fundo será o PL. A legenda poderá dividir R$ 886,8 milhões entre seus candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador. Em segundo lugar, está o PT, que receberá R$ 619,8 milhões.

Em seguida, aparecem o União (R$ 536,5 milhões); PSD (R$ 420,9 milhões); PP (417,2 milhões); MDB (R$ 404,6 milhões) e Republicanos (R$ 343,9 milhões).

O Agir, DC, PCB, PCO, PSTU e UP ficarão com os menores recursos e poderão gastar em torno de R$ 3 milhões nas suas campanhas.

O repasse dos recursos está previsto na Lei das Eleições e leva em conta a divisão igualitária entre todos os partidos registrados no TSE, que levam 2% do total, mais 35% em relação aos votos obtidos na Câmara dos Deputados, mais 48% conforme o tamanho da bancada na Câmara (fusões e incorporações), além da cota de 15% pela bancada no Senado.

O Fundo Eleitoral é repassado aos partidos em anos de eleições. O repasse foi criado pelo Congresso em 2017 após a decisão do Supremo, que, em 2015, proibiu o financiamento das campanhas por empresas privadas. Além do Fundo Eleitoral, os partidos também contam com o Fundo Partidário, que é distribuído anualmente para manutenção das atividades administrativas.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Divulgação

MB Notícias

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