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Neta suspeita de assassinar avó e colocar corpo em mala para ficar com herança é presa em SC

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Dez dias após o caso chocar Itajaí, Litoral Norte de Santa Catarina, a Polícia Civil prendeu a suspeita de ter assassinado a própria avó, de 78 anos, e abandonar o corpo em uma mala. Segundo a polícia, a idosa foi morta por asfixia, na tarde do dia 31 de dezembro.

A neta da idosa, que morava com ela há cerca de dois meses, é a principal suspeita do assassinato. Segundo o delegado responsável pela investigação, Eduardo Ferraz, o motivo do crime seria o recebimento de uma herança – o apartamento em que a idosa morava.

A mulher foi presa nesta terça-feira (10) após negociações com os advogados. Ela se entregou na DIC (Divisão de Investigação Criminal). Durante interrogatório, a mulher permaneceu calada.

Ela foi indiciada pelos crimes de homicídio qualificado por asfixia, motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima, assim como o crime de tentativa de ocultação de cadáver.

Relembre o crime

O caso aconteceu no domingo (1º), no bairro Santa Regina. De acordo com vizinhos da idosa, moravam com ela, além da neta, os dois bisnetos, filhos da mulher. A última vez que a vizinha de porta viu a vítima foi por volta das 14h de sábado (31).

Ainda conforme a vizinha, na última conversa que teve com a idosa, ela havia comentado que não gostaria mais da companhia da neta e dos bisnetos e que desejava que eles fossem morar em outro lugar.

Os policiais conversaram também com outro vizinho do condomínio, que contou que a suspeita esteve na casa dele na madrugada no domingo, após uma confraternização de Ano Novo. Ele contou que a mulher falava a todo momento “se caso tivesse matado alguém, se eles iriam ficar bravos”. A mulher também justificou ter que sair mais cedo da confraternização, pois “mais tarde ela tinha que terminar o serviço que começou”, contou.

Por volta das 5h da manhã de domingo, a mulher saiu do apartamento com uma mala gigante e os dois filhos. Os vizinhos presenciaram a movimentação, notando que a mulher tentou amarrar a mala à moto, sem sucesso, até que a perna de um corpo saiu da mala, que arrebentou, e a mulher abandonou a sacola, colocando os dois filhos na garupa da moto e fugindo.

Assustados com o que havia dentro da sacola, os vizinhos se aproximaram e notaram ser o corpo da idosa, vizinha deles.

Fonte: RD FOCO

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3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar flagra a queima de 800 kg de fios de cobre em Barão de Cotegipe

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Durante o patrulhamento, a equipe, do 3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar (BABM), flagrou, na quinta-feira (29/02), dois homens ateando fogo em uma grande quantidade de fios de cobre, em Barão de Cotegipe.

Os policiais militares avistaram uma intensa fumaça de cor preta, saindo de uma propriedade rural, no interior do município. No local, estavam dois indivíduos, que estavam próximos a um amontoado de fios em chamas.

Um dos homens, era o proprietário da área e informou aos policiais que havia queimado, aproximadamente, 800 quilos de cobre. Próximo ao local, estavam bags carregadas de cobre, já queimado, para o transporte.

O responsável pela queima possui uma empresa que compra sucatas e apresentou à equipe do 3º BABM a nota fiscal do produto. Porém, *diante do crime ambiental de poluição, os indivíduos receberam voz de prisão e foram conduzidos à Delegacia de Polícia*.

Os policiais militares auxiliaram na contenção das chamas e apagaram o fogo no local.

Comando Ambiental: o Braço Verde da Brigada Militar

Edição: Comunicação Social 3º BABM

Fotos: 3º BABM | 1º Sgt Franciele

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Homem é preso após ser flagrado estuprando cachorro em Getúlio Vargas

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Na tarde da quinta-feira, 29, um homem de 85 anos foi preso pela Brigada Militar após ser flagrado por vizinhos estuprando um cachorro, no bairro Champagnat, em Getúlio Vargas. A Brigada Militar foi acionada para atender a uma denúncia de que um homem estaria mantendo relações sexuais com um cachorro na área de sua residência.

Diante da informação, os policiais deslocaram até a residência e conduziram o suspeito até a Delegacia de Polícia para prestar depoimento.

Fonte: Portal Tchê

MB Notícias

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Justiça do RS mantém validade de júri que condenou Leandro Boldrini a 31 anos de prisão

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O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul anunciou, nesta quinta-feira (29), que manteve a validade do júri que condenou o médico Leandro Boldrini a 31 anos e 8 meses de prisão pela morte do filho, o menino Bernardo Uglione Boldrini. O crime ocorreu em abril de 2014, em Três Passos, no Noroeste do estado.

O julgamento virtual, que começou no dia 23 de fevereiro, foi encerrado por volta das 19h40 desta quinta-feira. O relator dos recursos, desembargador Rinez da Trindade, negou tanto o pedido da defesa de Boldrini, que pedia a anulação do júri, quanto o pedido do Ministério Público, que buscava a ampliação da pena do médico.

Os demais integrantes da 3ª Câmara Criminal, o desembargador José Luiz John dos Santos e o juiz Thiago Tristão Lima, seguiram o voto do relator.

O que dizem as partes

O Ministério Público não comentou sobre a rejeição do recurso que pedia a ampliação da pena. Ao comentar sobre o pedido de nulidade feito pela defesa do réu, a promotora de Justiça Lúcia Helena Callegari afirma que “o julgamento anterior transcorreu de forma regular, sem nenhum problema, e o TJRS confirmou a decisão”.

“Nós precisamos dar um final a este processo que se arrasta por tempo demasiado. Foi mantida a responsabilidade de Leandro Boldrini no assassinato do filho. Justiça feita e sociedade, neste caso, sai engrandecida”, diz Callegari

Os advogados de Leandro, Ezequiel Vetoretti e Rodrigo Grecellé Vares afirmam que vão recorrer aos tribunais superiores. Para a defesa, o júri deveria ser anulado porque um dos jurados teria manifestado “sua intenção manifesta de condenar o réu”.

“Ainda não tivemos acesso ao teor dos votos. Por conhecermos os Desembargadores e o Juiz que compuseram o julgamento, temos certeza que os fundamentos utilizados para a manutenção do júri são técnicos, legítimos e merecem todo o respeito. Nosso limite é o recurso”, afirmam.

Entenda

O primeiro júri do Caso Bernardo ocorreu em março de 2019. Na ocasião, Leandro foi condenado ao lado dos outros três réus – a madrasta do menino, Graciele Ugulini; a amiga da madrasta, Edelvânia Wirganovicz; e o irmão de Edelvânia, Evandro Wirganovicz.

Contudo, o pai conseguiu a anulação da primeira sentença em dezembro de 2021. Os desembargadores do Tribunal de Justiça consideraram que houve disparidade de armas entre a acusação e a defesa, o que acabou beneficiando Leandro.

O novo júri foi realizado em março de 2023. Dessa vez, o médico Leandro Boldrini foi condenado a 31 anos e oito meses de prisão pelos crimes de homicídio quadruplamente qualificado e por falsidade ideológica. Ele foi absolvido da acusação de ocultação de cadáver.

Como estão os condenados hoje

Leandro Boldrini cumpre pena no regime semiaberto no Presídio Regional de Santa Maria, na Região Central. Em janeiro, foi autorizado a participar da seleção da residência médica no Hospital Universitário. Sem restrição legal para o exercício da medicina, Boldrini ficou em quarto lugar no processo.

A madrasta Graciele Ugulini ainda cumpre pena em regime fechado no Presídio Estadual Feminino Madre Pelletier, em Porto Alegre. Ela só terá direito ao regime semiaberto em 2026 e à liberdade condicional em 2035.

A amiga Edelvânia Wirganovicz cumpre pena em regime semiaberto. Como há falta de vagas nos presídios do RS, ela está em prisão domiciliar e usa tornozeleira eletrônica desde outubro de 2023.

Evandro Wirganovicz cumpriu a pena de nove anos e meio de prisão, extinta em janeiro deste ano, e está solto.

Fonte: G1RS

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