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Agricultura

Seis municípios do RS contam com apoio de caminhões-pipa da Corsan para manter abastecimento de água

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A falta de chuva e as altas temperaturas registradas nas últimas semanas já levaram seis municípios abastecidos pela Corsan a precisar do apoio de caminhões-pipa para manter o abastecimento de água à população. As cidades estão localizadas em quatro regiões do Rio Grande do Sul. 

Os municípios que contam com o suporte da companhia são: 

  • Morro Redondo, na Região Sul 
  • Itaara e Restinga Seca, na Região Central 
  • Fontoura Xavier e São João da Urtiga, na Região Norte 
  • Tenente Portela, na Região Noroeste 

Conforme a Corsan, o abastecimento se dá nos reservatórios. Casos pontuais, como escolas e hospitais, são abastecidos individualmente. 

Em todo o Estado, no entanto, este número tende a ser maior, já que muitas prefeituras são responsáveis pelo fornecimento de água e utilizam caminhões-pipa para manter o abastecimento para o consumo humano e de animais. 

A estiagem segue fazendo com o que os municípios decretem situação de emergência. Em um intervalo de quatro dias, mais 20 prefeituras realizaram o decreto junto à Defesa Civil Estadual. Agora, já são 160 cidades que formalizaram o processo. 

Os últimos municípios que realizaram o decreto foram Anta Gorda e Forquetinha, no Vale do Taquari; Cachoeira do Sul, na Região Central; e Coronel Bicaco, no Noroeste. 

Além disso, até as 12h desta quarta-feira (25), outras 25 prefeituras já sinalizaram impactos pela falta de chuva, mas ainda não formalizaram decreto. Dos 160 municípios que já realizaram o procedimento, 53 já tiveram o decreto homologado pelo governo do Estado e reconhecido pela União.

Fonte: GZH

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Agricultura

Conheça as galinhas gigantes de R$ 5 mil que produzem ovos de R$ 400 a dúzia em SC

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Galinhas gigantes, que ultrapassam um metro de altura e chegam a pesar até 5 quilos, são produtoras dos ovos comercializados a R$ 400,00 a dúzia em Santa Catarina. As aves são criadas em uma propriedade de Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis.

Rodrigo Dias é o responsável pela criação da raça índio gigante. Além das galinhas, ele tem galos gigantes na propriedade. Os machos chegam a pesar três quilos a mais que as fêmeas e os animais também são vendidos. O valor individual, segundo Dias, é superior a R$ 5 mil.

A espécie foi criada geneticamente de forma ornamental, ou seja, sem intenção de abate, segundo o pesquisador da Embrapa Aves e Suínos Elsio Figueiredo. Adultos, os animais da raça superam um metro de altura e os machos podem chegar a 1,31m e 8 kg.

De acordo com o criador, a medição das aves é feita da ponta da unha do dedo maior à ponta do bico. O maior que passou pela propriedade, segundo ele, chegou a 1,18 metro e foi vendido em 2023. O preço recebido pelo animal, no entanto, não foi informado por Dias.

Fonte: G1

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Agricultura

3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar flagra desmatamentos em Novo Barreiro

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Após receber alerta da plataforma MapBiomas, a equipe, do 3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar (BABM), flagrou, nesta quarta-feira (21/02), áreas de destruição de vegetação nativa, no interior do município de Novo Barreiro.

No primeiro local, os policiais militares, utilizando o GPS (Global Positioning System), identificaram a *intervenção em 7.700 metros quadrados, em uma Floresta Ombrófila Mista (Mata de Araucária), pertencente ao Bioma da Mata Atlântica*. Em análise à vegetação remanescente, identificou-se a destruição de espécies como Canela, Angico, Camboatã e Timbó.

Em outra propriedade, os *policiais militares flagraram a supressão de vegetação nativa, em uma área de 4.100 metros quadrados, também em Floresta Ombrófila Mista (Mata de Araucária), inserida no Bioma da Mata Atlântica*. Foram destruídas árvores como Canela, Angico, Camboatã, Timbó, Aroeira e Açoita-cavalo.

Através do Cadastro Ambiental Rural (CAR) houve a identificação dos proprietários. Como não havia licença ou autorização do órgão ambiental competente para as intervenções nas áreas, fora lavrado os, respectivos, Boletins de Ocorrências Policiais e os responsáveis responderão pelos crimes ambientais.

Comando Ambiental: o Braço Verde da Brigada Militar, por Observador Regional

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Agricultura

Valor da saca de soja não deve retornar ao do ano passado nesta safra

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O clima, após um breve período de tempo seco, voltou a trazer boas chuvas para as lavouras da região, animando produtores de soja.  A cultivar, que em 2023 teve ótimo valor por saca de 60kg, superando os 150 Reais a saca, amarga queda no preço pago na cotação atual. O último boletim informa que a cotação está em 109 Reais a saca, em Passo Fundo.

Diante de um cenário promissor na produção da soja, o assunto preço foi abordado dentro do programa Cotações e Mercado, no último domingo, na Uirapuru.  A equipe de profissionais avaliou que dificilmente os preços devem subir rapidamente e alcançarem o mesmo do ano passado.

O engenheiro agrônomo Claudio Doro, por exemplo, explicou que, nos últimos dez anos o Brasil aumentou a área de plantio da soja 16%, enquanto o mundo 26%.  Isso trouxe grande oferta, maior do que a necessidade do produto.  Desta forma, com o consumo estático, o preço não sobe. O que resta ao produtor rural da região é conseguir produtividade, aumentar o volume de grãos para ganhar no acumulado, pois preço alto não deverá ocorrer.  A única forma de isso ocorrer demandaria uma situação inesperada em grandes produtores mundiais, como o mercado americano.

Fonte:Rádio Uirapuru

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