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Verão no RS será 2°C mais quente e terá chuvas pontuais

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Apesar de iniciar oficialmente apenas na quarta-feira (21), às 18h48min, faz algumas semanas que o verão está dando uma amostra de como serão os dias dos gaúchos durante os próximos três meses. A previsão é de que a estação, que se estende até 20 de março, às 18h25min, não fuja do padrão do verão gaúcho: dias quentes, pouco úmidos e com chuvas pontuais. Neste ano, porém, a média em todo o Rio Grande do Sul deve ser de 2°C a mais do que nos anos anteriores.

Os últimos dias de dezembro devem ser quentes e secos, especialmente no Interior do Estado. A Região Sul e a Fronteira Oeste podem enfrentar chuvas fortes durante o final de semana de Natal. A chuva pode chegar em Porto Alegre e na Região Metropolitana no domingo (25), mas em menor intensidade. Para a semana do Ano-Novo, mais uma frente fria está prevista. Entre os dias 28 de dezembro e 3 de janeiro, pode chover em todo o Estado.

Janeiro
O primeiro mês de 2023 deve ser mais quente que o normal, com uma média 2°C superior à temperatura registrada nos anos anteriores. No Litoral Norte, a média será de 30°C, quando em outros anos ficava de 27°C a 29°C. Já no Litoral Sul, será de 32°C, contra 29°C a 31°C em outras temporadas.
Em Porto Alegre, a média, neste verão, deve ficar próxima de 31°C. O maior desvio é na Fronteira Oeste e no Sul, com cidades como Uruguaiana, Bagé, Quaraí e Camaquã, por exemplo, podendo registrar temperaturas próximas dos 40°C.

— O La Niña está mais fraco, mas continua ativo no Rio Grande do Sul. Isso tende a diminuir as chuvas — pontua a meteorologista da Climatempo Carine Gama. As regiões da Campanha, Fronteira Oeste, Região Central, Sul e Litoral Sul devem ter chuvas abaixo da média esperada para o mês. Já na região metropolitana de Porto Alegre, Norte e Noroeste, a chuva deve ser dentro da média.

Em Porto Alegre e municípios próximos, a umidade relativa do ar não deve ficar tão baixa. Já em cidades como Santa Maria e Uruguaiana, ar deve ser mais seco.

No Litoral Norte, chuva deve ficar dentro do normal e as temperaturas estarão acima da média. Já no Litoral Sul, os dias serão mais quentes, secos e ensolarados.

Fevereiro
O mês do Carnaval deve ser marcado pela presença de mais chuva. Em algumas partes do Estado, como a Serra, Porto Alegre e no Litoral, as precipitações devem aumentar e ficar acima da média prevista para o mês.

Outras regiões, como a Fronteira Oeste, o Sul e a Região Central não registram a mesma frequência de chuva. Dias de sol devem predominar.

— As temperaturas ficam acima da média em todo o Estado. Então, mesmo com frequência maior da chuva, ainda sobe bastante. A média de temperatura de janeiro será menor. — Destaca a meteorologista.

Março
O último mês de verão, deve sofrer com irregularidades de chuva. Até o dia 20, serão dias quentes e ensolarados, mas um pouco mais frios do que em fevereiro. As chuvas devem reduzir e ficar abaixo da média em todo o Estado.

Fonte: GZH

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3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar flagra a queima de 800 kg de fios de cobre em Barão de Cotegipe

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Durante o patrulhamento, a equipe, do 3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar (BABM), flagrou, na quinta-feira (29/02), dois homens ateando fogo em uma grande quantidade de fios de cobre, em Barão de Cotegipe.

Os policiais militares avistaram uma intensa fumaça de cor preta, saindo de uma propriedade rural, no interior do município. No local, estavam dois indivíduos, que estavam próximos a um amontoado de fios em chamas.

Um dos homens, era o proprietário da área e informou aos policiais que havia queimado, aproximadamente, 800 quilos de cobre. Próximo ao local, estavam bags carregadas de cobre, já queimado, para o transporte.

O responsável pela queima possui uma empresa que compra sucatas e apresentou à equipe do 3º BABM a nota fiscal do produto. Porém, *diante do crime ambiental de poluição, os indivíduos receberam voz de prisão e foram conduzidos à Delegacia de Polícia*.

Os policiais militares auxiliaram na contenção das chamas e apagaram o fogo no local.

Comando Ambiental: o Braço Verde da Brigada Militar

Edição: Comunicação Social 3º BABM

Fotos: 3º BABM | 1º Sgt Franciele

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Homem é preso após ser flagrado estuprando cachorro em Getúlio Vargas

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Na tarde da quinta-feira, 29, um homem de 85 anos foi preso pela Brigada Militar após ser flagrado por vizinhos estuprando um cachorro, no bairro Champagnat, em Getúlio Vargas. A Brigada Militar foi acionada para atender a uma denúncia de que um homem estaria mantendo relações sexuais com um cachorro na área de sua residência.

Diante da informação, os policiais deslocaram até a residência e conduziram o suspeito até a Delegacia de Polícia para prestar depoimento.

Fonte: Portal Tchê

MB Notícias

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Justiça do RS mantém validade de júri que condenou Leandro Boldrini a 31 anos de prisão

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O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul anunciou, nesta quinta-feira (29), que manteve a validade do júri que condenou o médico Leandro Boldrini a 31 anos e 8 meses de prisão pela morte do filho, o menino Bernardo Uglione Boldrini. O crime ocorreu em abril de 2014, em Três Passos, no Noroeste do estado.

O julgamento virtual, que começou no dia 23 de fevereiro, foi encerrado por volta das 19h40 desta quinta-feira. O relator dos recursos, desembargador Rinez da Trindade, negou tanto o pedido da defesa de Boldrini, que pedia a anulação do júri, quanto o pedido do Ministério Público, que buscava a ampliação da pena do médico.

Os demais integrantes da 3ª Câmara Criminal, o desembargador José Luiz John dos Santos e o juiz Thiago Tristão Lima, seguiram o voto do relator.

O que dizem as partes

O Ministério Público não comentou sobre a rejeição do recurso que pedia a ampliação da pena. Ao comentar sobre o pedido de nulidade feito pela defesa do réu, a promotora de Justiça Lúcia Helena Callegari afirma que “o julgamento anterior transcorreu de forma regular, sem nenhum problema, e o TJRS confirmou a decisão”.

“Nós precisamos dar um final a este processo que se arrasta por tempo demasiado. Foi mantida a responsabilidade de Leandro Boldrini no assassinato do filho. Justiça feita e sociedade, neste caso, sai engrandecida”, diz Callegari

Os advogados de Leandro, Ezequiel Vetoretti e Rodrigo Grecellé Vares afirmam que vão recorrer aos tribunais superiores. Para a defesa, o júri deveria ser anulado porque um dos jurados teria manifestado “sua intenção manifesta de condenar o réu”.

“Ainda não tivemos acesso ao teor dos votos. Por conhecermos os Desembargadores e o Juiz que compuseram o julgamento, temos certeza que os fundamentos utilizados para a manutenção do júri são técnicos, legítimos e merecem todo o respeito. Nosso limite é o recurso”, afirmam.

Entenda

O primeiro júri do Caso Bernardo ocorreu em março de 2019. Na ocasião, Leandro foi condenado ao lado dos outros três réus – a madrasta do menino, Graciele Ugulini; a amiga da madrasta, Edelvânia Wirganovicz; e o irmão de Edelvânia, Evandro Wirganovicz.

Contudo, o pai conseguiu a anulação da primeira sentença em dezembro de 2021. Os desembargadores do Tribunal de Justiça consideraram que houve disparidade de armas entre a acusação e a defesa, o que acabou beneficiando Leandro.

O novo júri foi realizado em março de 2023. Dessa vez, o médico Leandro Boldrini foi condenado a 31 anos e oito meses de prisão pelos crimes de homicídio quadruplamente qualificado e por falsidade ideológica. Ele foi absolvido da acusação de ocultação de cadáver.

Como estão os condenados hoje

Leandro Boldrini cumpre pena no regime semiaberto no Presídio Regional de Santa Maria, na Região Central. Em janeiro, foi autorizado a participar da seleção da residência médica no Hospital Universitário. Sem restrição legal para o exercício da medicina, Boldrini ficou em quarto lugar no processo.

A madrasta Graciele Ugulini ainda cumpre pena em regime fechado no Presídio Estadual Feminino Madre Pelletier, em Porto Alegre. Ela só terá direito ao regime semiaberto em 2026 e à liberdade condicional em 2035.

A amiga Edelvânia Wirganovicz cumpre pena em regime semiaberto. Como há falta de vagas nos presídios do RS, ela está em prisão domiciliar e usa tornozeleira eletrônica desde outubro de 2023.

Evandro Wirganovicz cumpriu a pena de nove anos e meio de prisão, extinta em janeiro deste ano, e está solto.

Fonte: G1RS

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