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PANAMBI: MPRS, Tribunal do Júri condena mulher que mandou matar marido e dois executores do crime

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Uma mulher que mandou matar o marido e dois homens que executaram o crime, em 2018, em Panambi, no Norte do Estado, foram condenados pelo Tribunal do Júri no último sábado, 23 de setembro. A condenação ocorreu após denúncia do Ministério Público sustentada em plenário pelos promotores de Justiça Daniel Mattioni e Fernando Freitas Consul. A mandante e os dois executores foram condenados, respectivamente, a 22 anos e 6 meses, 23 anos e 11 meses e 13 anos e 6 meses de reclusão.

O júri, que durou cerca de 30 horas e acabou somente na madrugada de sábado, terminou com a condenação do trio por homicídio triplamente qualificado (motivo fútil, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima). Além disso, os dois homens também foram condenados por corrupção de menores.

COMOÇÃO NA CIDADE

O crime ocorreu em 1º de novembro de 2018, quando a mulher de 36 anos planejou a morte do marido. Na ocasião, ela prometeu o pagamento de R$ 3 mil aos outros dois réus, com 21 e 22 anos na época do fato, pelo assassinato da vítima.

Acompanhados de uma adolescente de 15 anos, os executores foram até a casa da vítima. Eles entraram na residência e a atacaram com golpes de facão até a sua morte. Por causa da agressividade dos autores, a vítima ficou com o rosto completamente desfigurado. O crime causou comoção na cidade.

Fonte: MPRS

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Até 15 de março, governo do Estado vai liberar recursos para o combate à dengue nos municípios

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Imagem: Reprodução

O governo do Estado, através da Secretaria da Saúde (SES), pagará até 15 de março os recursos do repasse extraordinário de R$ 13,8 milhões que será destinado a todos os municípios gaúchos para implementarem e reforçarem as ações de vigilância e assistência no combate à dengue e a outras arboviroses (chikungunya e zika).

Anunciados na semana passada pelo governador Eduardo Leite e pela titular da SES, Arita Bergmann, os recursos vão permitir aos municípios reforçarem o atendimento aos pacientes com sintomas de arboviroses com a aquisição de sais de reidratação oral, realização de coletas de hemograma nas unidade básicas de saúde, atendimento em horários estendidos ou alternativos e pagamento a profissionais, entre outras medidas. As prefeituras terão 180 dias para realizar as despesas.

Cada município foi classificado de acordo com suas população. Serão destinados R$ 75 mil para cidades com mais de 200 mil habitantes (12 municípios), R$ 50 mil para cidades que têm entre 50 e 200 mil habitantes (32 municípios) e R$ 25 mil para as aquelas com menos de 50 mil habitantes (453 municípios).

O repasse reforça as ações de combate ao vetor da dengue neste momento em que o Estado registra um agravamento da epidemia. De acordo com o Painel da Dengue RS, nesta segunda-feira (4/3), há 11.267 casos confirmados no Rio Grande do Sul, com 11 óbitos. Outros 7.993 casos estão sendo investigados. Dos 497 municípios, 466 registram a presença da doença.

“Neste momento, é importantíssimo que os municípios coloquem em ação os planos de contingência e organizem suas redes de atenção em saúde, bem como potencializem as ações de combate ao vetor da doença”, explicou a diretora adjunta do Departamento de Atenção Primária e Políticas de Saúde, Marilise de Souza. “A dengue preocupa e precisamos reforçar o foco no atendimento”, reforçou.

Fonte: Governo do Estado

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Agricultura

Homem é preso em flagrante por abigeato em São Pedro do Sul

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No inicio da madrugada desta terça-feira (5) policiais da Brigada Militar de São Pedro do Sul prenderam um homem em flagrante por crime de abigeato. De acordo com informações obtidas pela reportagem, a BM foi acionada via fone 190 de que havia movimentação suspeita em uma propriedade rural na localidade de Inhamandá, interior do município.

Ao fazer as buscas no campo, a guarnição visualizou entre quatro ou cinco pessoas carregando volumes nas costas. Ao fazer a abordagem, os suspeitos abandonaram os sacos que carregavam e fugiram em direção a cidade. Foi pedido apoio a outra viatura e um dos suspeitos foi preso. Ele foi levado a Delegacia de Polícia, onde foi ouvido e após conduzido ao presídio. Informações detalhadas sobre a ocorrência estaremos divulgando nas próximas horas.

Fonte: Gazeta Hoje

Por : Olho vivo Sta Maria

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JUSTIÇA GAÚCHA DETERMINA QUE O GOVERNO FEDERAL PAGUE R$ 100 MIL À FAMÍLIA DE UM SOCORRISTA DO SAMU QUE MORREU DE COVID-19

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O homem trabalhava na região de Palmeira das Missões, no Norte do Estado

A 1ª Vara Federal de Gravataí, na Região Metropolitana de Porto Alegre, condenou o governo federal ao pagamento de R$ 100 mil à família de um socorrista do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) que morreu em decorrência da Covid-19.

Segundo informações divulgadas na noite de sexta-feira (1º) pela Justiça Federal, a mulher e o filho do homem entraram com uma ação contra a União alegando que o socorrista faleceu aos 45 anos em decorrência da doença. Afirmaram que ele trabalhou como condutor socorrista do Samu na região de Palmeira das Missões, no Norte do Estado, por mais de cinco anos, iniciando em junho de 2014 e mantendo-se na ativa até ser infectado pelo coronavírus, justamente por atuar na linha de frente no combate à doença.

Ao analisar as provas anexadas aos autos, o juiz Bruno Polgati Diehl pontuou que elas atestaram o trabalho realizado pelo homem e as causas da sua morte. Ele observou que a Lei 14.128/2021 definiu que as famílias de profissionais de saúde, falecidos em decorrência da Covid-19, que tenham trabalhado no atendimento direto aos pacientes acometidos por essa doença, têm direito a uma compensação financeira.

O magistrado afirmou que a lei prevê que as famílias dos trabalhadores falecidos possuem o direito de receber R$ 50 mil como compensação, que devem ser divididos igualmente entre cônjuges e dependentes. Em relação ao filho, de acordo com a norma, é devida ainda parcela calculada mediante a multiplicação de R$ 10 mil pelo número de anos inteiros e incompletos que faltavam, na data de óbito do pai, para que ele completasse 21 anos. Diehl concluiu que o rapaz teria direito a R$ 50 mil, tendo em vista que possuía 16 anos na época do óbito.

Em sua defesa, a União sustentou a existência de limites orçamentários, a ausência de desídia de sua parte e o não preenchimento dos pressupostos para a sua responsabilização. Cabe recurso da decisão ao TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).

Fonte: Olho Vivo Sta Maria RS

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