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Agricultura

Produtores de vinho e derivados devem fazer duas declarações obrigatórias até agosto

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As declarações obrigatórias dos próximos dois meses foram estabelecidas pela Lei Federal 7.678/88.

Os estabelecimentos produtores de vinhos e de derivados da uva e do vinho devem fazer duas declarações obrigatórias nos próximos dois meses, uma em julho e outra em agosto, conforme previsto na Lei Federal 7.678/88 (Lei do vinho).

Até 10 de julho, eles devem informar a quantidade de uva recebida, por variedade, e industrializada na safra 2023. A declaração da quantidade de vinhos, derivados da uva e do vinho produzida na safra 2023, com as respectivas identidades, deve ser feita até 15 de agosto. 

“As informações fornecidas pelas empresas são muito importantes porque é com base nelas que o setor tem a possibilidade de conhecer os números totais de produção da safra no Rio Grande do Sul”, explica a chefe da Divisão de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal da Seapi, Fabíola Lopes.

As declarações são realizadas no Sistema de Declarações Vinícolas do Estado do Rio Grande do Sul (Sisdevin), coordenado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).

Link para o Sisdevin

Outras declarações 

Além das declarações relacionadas à colheita da uva e ao seu processamento, os produtores ainda têm a obrigação de fazer mais duas declarações:

Até 10 de janeiro do ano subsequente, eles precisam declarar as quantidades e identidades dos vinhos e derivados da uva e do vinho de safras anteriores que se encontram em depósito.

Mensalmente, até o dia 10 do mês subsequente, devem ser informadas as vendas ou outras saídas devidamente documentadas, as compras, as transferências, as manipulações ou as transformações dos produtos da uva e do vinho ocorridas durante o mês, bem como a movimentação dos produtos enológicos utilizados.

As dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail: [email protected]

Foto: Fernando Dias/Ascom Seapi

Fonte: RD Foco

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Agricultura

Declaração Anual de Rebanho começa nesta segunda-feira no Estado

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Começa nesta segunda-feira e prossegue até 14 de junho o período para os pecuaristas fazerem a Declaração Anual de Rebanho referente ao ano de 2024. A Declaração de Rebanho é uma obrigação sanitária de todos os produtores rurais gaúchos detentores de animais.

“Além do atendimento à legislação vigente, os dados nos dão embasamento para que tenhamos uma radiografia da distribuição das populações animais, das faixas etárias”, detalha a diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDA/Seapi), Rosane Collares. Segundo ela, com os dados é possível ser mais assertivo nas políticas públicas de saúde animal.

Desde o ano passado, a declaração pode ser feita diretamente pela internet, em módulo específico dentro do Produtor Online. Caso prefira, o produtor também pode fazer o preenchimento nos formulários em PDF ou presencialmente nas Inspetorias ou Escritórios de Defesa Agropecuária, com auxílio dos servidores da Seapi e assinando digitalmente com sua senha do Produtor Online.

A Declaração Anual de Rebanho conta com um formulário de identificação do produtor e características gerais da propriedade. Formulários específicos devem ser preenchidos para cada tipo de espécie animal que seja criada no estabelecimento, como equinos, suínos, bovinos, aves, peixes, abelhas, entre outros.

No formulário de caracterização da propriedade, há campos como situação fundiária, atividade principal desenvolvida na propriedade e somatória das áreas totais, em hectares, com explorações pecuárias. Já os formulários específicos sobre os animais têm questões sobre finalidade da criação, tipo de exploração, classificação da propriedade, tipo de manejo, entre outros.

Em 2023, a declaração teve adesão de 84,19%, índice que se manteve condizente com a média de declarações de rebanho entregues nos anos anteriores.

Fonte: Correio do Povo

Foto: Fernando Dias/Seapi/Divulgação

MB Notícias

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Agricultura

Agricultor colide colheitadeira e quebra poste de energia em Entre-Ijuís

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A colheita da soja foi intensificada nos últimos dias, aumentando a movimentação de máquinas e equipamentos na área de atuação da Cermissões. Nesta época, existe uma preocupação da Cooperativa, quanto aos acidentes envolvendo principalmente colheitadeiras e a rede elétrica.

No domingo, 31/3, a Cermissões foi informada por um associado da Esquina Gaúcha, interior de Entre-Ijuís, que o mesmo havia batido com a colheitadeira de soja em um poste de luz, e quebrando-o. Em razão de os cabos terem ficado suspensos e não oferecerem risco, e o associado ter informado que paralisaria a colheita, na manhã desta segunda-feira, 1º/4, a equipe de construção do capataz Demar Maciel (Tule), realizou a substituição do poste quebrado.

Segundo o Presidente da Cermissões Diamantino Marques dos Santos, a falta de atenção durante o trabalho é um dos principais fatores que levam ao contato com a fiação de alta tensão. “Nesta época a gente sabe que o trabalho do agricultor é intenso, e muitas vezes ele está tão focado na sua atividade por longas horas, até de noite, que acaba se esquecendo da rede elétrica, até estacionando embaixo. Por isso fazemos constantes alertas e repassamos orientações e pedimos cuidado”, explica.

ORIENTAÇÕES DA CERMISSÕES

Neste período de colheita da soja, que é principal cultura da nossa região, uma das maiores causas de acidentes envolvendo a rede elétrica é com o maquinário agrícola. A falta de atenção durante o desempenho das atividades do campo acabam trazendo o risco do toque acidental na rede.

As colheitadeiras de soja têm grandes dimensões, e as culturas também podem ocupar as faixas de servidão, ficando sob os fios da rede elétrica. Para não acontecerem imprevistos e acidentes, a Cermissões, apresenta dicas para evitar os riscos de acidentes:

– Antes de utilizar as máquinas agrícolas, faça um reconhecimento do local e observe com atenção se a altura e largura da máquina ou equipamento manterá distância segura da rede;

– Na movimentação de máquinas e tratores, cuidado com os cabos de aço que prendem os postes e torres no chão. Esses cabos seguram os postes e não devem ser cortados nem mudados de lugar;

– No carregamento de caminhões, preste atenção se existe rede elétrica próxima, mantenha a distância mínima de cinco metros de qualquer tipo de estrutura elétrica;

– Nunca se aproxime ou toque em cabos elétricos caídos no chão. Se encontrar um fio elétrico caído, o mais adequado é sinalizar a área para que ninguém se aproxime e avise imediatamente a Cermissões;

– Se o veículo encostar na rede elétrica, o motorista jamais deve tentar sair do maquinário, evitando um possível choque elétrico. Chame a Cermissões, pelo 0800.541.1122, pelo WhatsApp 55.3355.3000, ou pelo Messenger do Facebook, ou Instagram, para que a Central de Operações e Distribuição – COD -, desligue o fornecimento antes de resgatar o condutor.

Sabemos da importância do setor agrícola na nossa região, e neste período de colheita da soja, o risco de acidentes aumenta, porém, devemos redobrar a atenção, pois acidentes com a rede elétrica podem ser fatais, e nada é mais precioso do que a vida das pessoas que estão trabalhando e gerando desenvolvimento.

Fonte: Cermissões-https://www.observadorregional.com.br/

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Agricultura

Otimismo marca abertura oficial da colheita da soja no Estado

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Evento foi realizado no município de Tupanciretã.

Expectativa de uma safra de soja recorde, com incremento de 71%, em relação ao ano passado. É com esse otimismo que a Colheita da Soja no Rio Grande do Sul foi oficialmente aberta nesta segunda-feira (25/3), no município de Tupanciretã. O secretário adjunto da pasta da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Márcio Madalena, representou o governo do Estado no ato que reuniu produtores rurais, autoridades, entidades e empresas privadas na Agropecuária Richter.

Dados da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) apontam uma área plantada de cerca de 6,6 milhões de hectares em 426 municípios do Estado. A expectativa é de uma safra que deve resultar em 22,2 milhões de toneladas de soja.

“A frustração das safras nos últimos anos trouxe prejuízos para o município e a região, mas acreditamos que esta deve ser de grande recuperação, com produtividade recorde. Isso reposicionará o Rio Grande do Sul no cenário nacional”, ressaltou o secretário adjunto.

Madalena também citou uma das pautas prioritárias da secretaria, que é a irrigação, e tratou do programa do governo do Estado que vai subsidiar em até R$ 100 mil os projetos de irrigação dos produtores rurais. “A reservação de água e a irrigação devem ser assuntos permanentes, e o governo estadual tem essa discussão como prioridade para que o nosso agronegócio não venha a sofrer no futuro o que já aconteceu em épocas de estiagem”, afirmou.

Conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Rio Grande do Sul deve ficar em segundo lugar no ranking de produtividade, atrás apenas do Mato Grosso.

O prefeito de Tupanciretã, Gustavo Herter Terra, destacou que o município sempre liderou o ranking de maior produtor, mas que, no ano passado, em razão da estiagem, a produtividade foi menor. Para 2024, a expectativa é de que a cidade volte a ocupar o primeiro lugar. “Aqui no município produzimos soja em cerca de 150 mil hectares, com produção de 9 milhões de sacas por ano”, contabilizou.

Foto: Safra deve resultar em 22,2 milhões de toneladas de soja – Foto: Julia Chagas/Ascom Seapi

Fonte: Cassiane Osório/Ascom Seapi/Secom

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