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Agricultura

Operação Força Verde – 3º Batalhão Ambiental desencadeou a Operação Combate ao Desmatamento

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Na segunda-feira (10/04), o 3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar desencadeou a Operação Força Verde – Combate ao Desmatamento. As equipes do 3° BABM realizaram patrulhamento e fiscalização ambiental em Soledade, Capão Bonito do Sul, Novo Tiradentes, Rio dos Índios, Machadinho e Tupanci do Sul.

Em Soledade, os policiais militares flagraram 12.900 metros quadrados de destruição de vegetação, através da utilização de maquinário. A supressão atingiu árvores nativas como Pinheiro-brasileiro (com pinhas), Angico, Canela, Açoita-cavalo, Aroeira, Timbó. No local, foi apreendido um trator de esteira, utilizado na destruição.

Em Capão Bonito do Sul, foram constatadas duas áreas desmatadas. Na primeira, ocorreu a destruição de 2.300 m² de vegetação nativa. Na outra área, a equipe do 3° BABM flagrou 31.100 m² de supressão de vegetação nativa, pertence ao Bioma Mata Atlântica, atingindo espécies como Canela, Bugre, Pinheiro-brasileiro, Camboatá, Angico, Pimenteira, Chimbuva.

Já em Novo Tiradentes, foi constatado o despejo de dejetos de suínos, diretamente no solo. Com o vazamento das esterqueiras, os resíduos escorreram em 3.949 m² de área de vegetação nativa, pertencente ao bioma Mata Atlântica. Inclusive, atingindo um recurso hídrico próximo ao local, afluente do Rio da Várzea.

No município de Rio dos Índios, houve a destruição de vegetação nativa em 6.700 m², atingindo árvores como Aroeira, Pinheiro-brasileiro, Timbó, Canela, Louro, Açoita-cavalo, Camboatá.

Ainda, no município de Machadinho, os policiais militares flagraram uma serraria efetuando corte de Pinheiros-brasileiros (Araucaria angustifolia). O proprietário não possuía autorização para tal atividade e a Licença de Operação (LO) do empreendimento estava vencida. Na linha Coqueiro, houve o corte de 18 árvores nativas, sem autorização.

Os responsáveis foram identificados e responderão pelos crimes ambientais.

Comando Ambiental: o Braço Verde da Brigada Militar

Fonte: RD Foco

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Agricultura

Conheça as galinhas gigantes de R$ 5 mil que produzem ovos de R$ 400 a dúzia em SC

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Galinhas gigantes, que ultrapassam um metro de altura e chegam a pesar até 5 quilos, são produtoras dos ovos comercializados a R$ 400,00 a dúzia em Santa Catarina. As aves são criadas em uma propriedade de Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis.

Rodrigo Dias é o responsável pela criação da raça índio gigante. Além das galinhas, ele tem galos gigantes na propriedade. Os machos chegam a pesar três quilos a mais que as fêmeas e os animais também são vendidos. O valor individual, segundo Dias, é superior a R$ 5 mil.

A espécie foi criada geneticamente de forma ornamental, ou seja, sem intenção de abate, segundo o pesquisador da Embrapa Aves e Suínos Elsio Figueiredo. Adultos, os animais da raça superam um metro de altura e os machos podem chegar a 1,31m e 8 kg.

De acordo com o criador, a medição das aves é feita da ponta da unha do dedo maior à ponta do bico. O maior que passou pela propriedade, segundo ele, chegou a 1,18 metro e foi vendido em 2023. O preço recebido pelo animal, no entanto, não foi informado por Dias.

Fonte: G1

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Agricultura

3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar flagra desmatamentos em Novo Barreiro

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Após receber alerta da plataforma MapBiomas, a equipe, do 3º Batalhão Ambiental da Brigada Militar (BABM), flagrou, nesta quarta-feira (21/02), áreas de destruição de vegetação nativa, no interior do município de Novo Barreiro.

No primeiro local, os policiais militares, utilizando o GPS (Global Positioning System), identificaram a *intervenção em 7.700 metros quadrados, em uma Floresta Ombrófila Mista (Mata de Araucária), pertencente ao Bioma da Mata Atlântica*. Em análise à vegetação remanescente, identificou-se a destruição de espécies como Canela, Angico, Camboatã e Timbó.

Em outra propriedade, os *policiais militares flagraram a supressão de vegetação nativa, em uma área de 4.100 metros quadrados, também em Floresta Ombrófila Mista (Mata de Araucária), inserida no Bioma da Mata Atlântica*. Foram destruídas árvores como Canela, Angico, Camboatã, Timbó, Aroeira e Açoita-cavalo.

Através do Cadastro Ambiental Rural (CAR) houve a identificação dos proprietários. Como não havia licença ou autorização do órgão ambiental competente para as intervenções nas áreas, fora lavrado os, respectivos, Boletins de Ocorrências Policiais e os responsáveis responderão pelos crimes ambientais.

Comando Ambiental: o Braço Verde da Brigada Militar, por Observador Regional

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Agricultura

Valor da saca de soja não deve retornar ao do ano passado nesta safra

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O clima, após um breve período de tempo seco, voltou a trazer boas chuvas para as lavouras da região, animando produtores de soja.  A cultivar, que em 2023 teve ótimo valor por saca de 60kg, superando os 150 Reais a saca, amarga queda no preço pago na cotação atual. O último boletim informa que a cotação está em 109 Reais a saca, em Passo Fundo.

Diante de um cenário promissor na produção da soja, o assunto preço foi abordado dentro do programa Cotações e Mercado, no último domingo, na Uirapuru.  A equipe de profissionais avaliou que dificilmente os preços devem subir rapidamente e alcançarem o mesmo do ano passado.

O engenheiro agrônomo Claudio Doro, por exemplo, explicou que, nos últimos dez anos o Brasil aumentou a área de plantio da soja 16%, enquanto o mundo 26%.  Isso trouxe grande oferta, maior do que a necessidade do produto.  Desta forma, com o consumo estático, o preço não sobe. O que resta ao produtor rural da região é conseguir produtividade, aumentar o volume de grãos para ganhar no acumulado, pois preço alto não deverá ocorrer.  A única forma de isso ocorrer demandaria uma situação inesperada em grandes produtores mundiais, como o mercado americano.

Fonte:Rádio Uirapuru

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